quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ONU: faltam 6,1 milhões de professores para ensino básico universal



Nesta quarta-feira, data em que se comemora o Dia Internacional do Professor, as Nações Unidas alertaram: 6,1 milhões de professores terão que ser contratados para atingir um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). O acordo internacional prevê alcançar ensino básico universal até 2015.

Do total, dois milhões de professores deveriam ser formados e contratados. Os 4,1 milhões de postos restantes são necessários para substituir profissionais aposentados, doentes ou que mudarão de carreira.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a África Subsaariana precisa mais da metade dos novos postos. Já os Estados Árabes necessitam de 243 mil, sul e oeste da Ásia, 292 mil, Europa Ocidental e América do Norte, 155 mil. Europa Central e Oriental, Asia Central e Ocidental, América Latina e Caribe, juntas, contabilizam 11% da escassez global.



Fonte:  http://noticias.terra.com.br/
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Três mil de crianças no Brasil sofrem de déficit de atenção

Diagnósticos equivocados estão levando milhares de jovens brasileiros a tomar, sem necessidade, um remédio forte, de uso controlado. O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade - chamado de TDAH atinge quase três milhões de crianças e adolescentes no Brasil. O problema é diferenciar o distúrbio do comportamento normal para a idade.

  

Fonte: noticia.uol
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

20 Dicas de Sucesso


Luiz Marins Filho
  1. Elogie três pessoas por dia.
  1. Tenha um aperto de mão firme.
  1. Olhe as pessoas nos olhos.
  1. Gaste menos do que ganha.
  1. Saiba perdoar a si e aos outros.
  1. Trate os outros como gostaria de ser tratado.
  1. Faça novos amigos.
  1. Saiba guardar segredos.
  1. Não adie uma alegria.
  1. Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados.
  1. Sorria.
  1. Aceite sempre uma mão estendida.
  1. Pague suas contas em dia.
  1. Não reze para pedir coisas; reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem.
  1. Dê às pessoas uma segunda chance.
  1. Não tome uma decisão quando estiver cansado ou nervoso.
  1. Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas.
  1. Doe o melhor de si no seu trabalho.
  1. Seja humilde, principalmente nas vitórias.
  1. Jamais prive uma pessoa de esperança. Pode ser que ela só tenha isso.
Fonte: http://www.profissaomestre.com.br

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

10 dicas para a qualidade total de vida

Marcelo Almeida


A qualidade de vida não depende de quanto dinheiro ganhamos ou de quantos carros possuímos. Ela e medida por nossa saúde, bem-estar físico e emocional, nossos relacionamentos, auto-estima e grau de espiritualidade que alcançamos na vida. 

1- Harmonize seu lar: Abra portas e janelas e comece uma limpeza. Tire tudo do guarda-roupa e só guarde o que esta realmente precisando. O resto elimine da melhor forma que encontrar. Roupas e objetos sem uso bloqueiam o fluxo de energia do ambiente. A energia parada adoece a casa, você e sua família. Faca isso periodicamente. 

2- Coma bem: Não marque negócios para a hora das refeições, pois o que esta ingerindo será parte de você e uma alimentação artificial e incompatível com a sua natureza. Evite alimentos de base animal, porque eles são maltratados, principalmente no momento do abate. Emoções como medo, desespero e tristeza ficam impregnadas na carne em forma de energia negativa. 

3- Preste atenção em você: Se você tem mais pensamentos negativos, as pessoas e situações que você atrai estão na mesma frequência. Você pode mudar sua vida mudando-os. Quando você presta atenção no que esta pensando tem maior controle sobre sua energia e sua vida. Procure ler frases positivas e conversar com Deus. 

4- Tenha objetivos: Melhore sua condição financeira, planeje comprar bens, faca viagens e busque tudo que você quiser, mas não dependa dessas conquistas para viver bem. O verdadeiro bem-estar e alcançado através dos objetivos espirituais como tentar ser mais paciente, confiável, aberto, sincero e ter fé na vida; assim, você garante equilíbrio, satisfação e razão de viver. 

5 - Faça exercícios: Os exercícios estimulam o fluxo de energia vital, gerando um melhor condicionamento físico e uma ótima sensação de bem-estar. A pratica de exercícios e fundamental para o equilíbrio do corpo e da mente. O mais difícil e tomar a decisão de começar, mas depois de 21 dias de pratica, o cérebro registra como um hábito e tudo fica mais fácil. 

6- Utilize seus talentos: Descubra seus dons e talentos e coloque-os em pratica. A sua saúde física e emocional depende muito disso. Pessoas que não utilizam esta energia criativa bloqueiam o seu fluxo energético e adoecem física e emocionalmente. Canalize seus talentos com o propósito de melhorar a vida das pessoas, esse e um bom caminho para encontrar equilíbrio e crescimento. 

7- Medite, medite e medite: A meditação e a melhor ferramenta para o crescimento pessoal e espiritual. Ao meditar você descobre o que e ou não importante para sua vida, torna-se uma pessoa mais segura e objetiva. A meditação cura seu corpo, melhora a memória e concentração, desperta a intuição e a percepção. A forma de meditar e particular. Busque um livro ou um mestre que possa lhe ajudar. 

8- Aceite a vida: Volte sua mente para o que a vida oferece de bom. Aprecie este Planeta Azul e curta esta viagem da melhor maneira possível. Ajude pessoas, seja sincero e alegre, aceite-as como elas s?o e aceite-se como você e. Aceitar não e se acomodar, mas buscar forca para mudar o que podemos mudar. 

9- Visite a natureza: Uma vez por mês, faca uma visita a m?e natureza. Ela purifica suas células e acalma seu espírito. O mar neutraliza as energias negativas, as cachoeiras ativam a vida celular e o verde ativa o processo de autocura, tanto física como emocional. Você e parte da natureza harmonize-se com ela. 

10- converse com Deus: Os gregos evitavam dizer o nome de Deus, pois achavam seu vocabulário muito limitado para expressar a grandeza dEle. Então, todas as vezes que tinham que falar sobre Deus usavam a expressão O Todo. Sintonize-se com O todo que está ao seu redor e dentro do seu coração. 
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Nem letras nem sílabas…


Recordando: EU estava visitando um colégio em Portugal chamado Escola da Ponte, uma série de espantos. Para começar, o diretor entregara a uma menina de nove anos a missão de me mostrar e explicar a escola. A menina não se fez de rogada: conduziu-me à porta da escola, onde me informou que, para entender aquela escola, eu deveria me esquecer de tudo o que eu sabia sobre escolas. Para se aprender o novo, é preciso esquecer o velho.
Disse a seguir que naquela escola não havia aulas, professores “dando a matéria” nem separação dos alunos por adiantamentos. E nem engradamento do pensamento em horários. Sem nada entender, perguntei: “E como é que vocês aprendem?”. A menina me disse que tudo começava com a curiosidade, o desejo de aprender alguma coisa. Com o que concordei por experiência própria. A aprendizagem é como comer uma fruta tentadora, talvez um caqui… Há de haver desejo…
Aí formavam um grupinho de seis pessoas em torno desse objeto de desejo comum e convidavam um professor para ser companheiro de pesquisa. Esse professor nem precisava ter saberes sobre o tal objeto. O que se esperava dele é que soubesse descobrir o caminho… Tudo começava com uma pesquisa das fontes bibliográficas na internet. A partir daí, faziam um programa de trabalho de duas semanas e cada um fazia suas leituras, consultas e anotações a serem compartilhadas na avaliação, ao final das duas semanas.
Dadas essas explicações preliminares, a menina abriu a porta da escola e entrei.
Era uma sala grande, sem divisões, cheia das mesinhas baixas. As crianças trabalhavam nos seus projetos, cada uma de um jeito. Moviam-se livres pela sala, na maior ordem, tranquilamente. Ninguém corria. Ninguém falava em voz alta. Notei, entre as crianças, algumas com síndrome de Down que também trabalhavam. As professoras trocavam ideias com as crianças. As crianças se moviam para consultar livros e computadores quando necessário. Não se ouvia a voz de professor gritando por silêncio. Nenhum pedido de atenção. Não era necessário. E ouvia-se música clássica, baixinho… Se não me engano, era música barroca.
À esquerda da porta de entrada havia frases escritas com letras grandes, afixadas na parede, relativas aos 500 anos da descoberta do Brasil. Perguntei: “E aquelas frases?”.
A menina explicou: “Os miúdos estão a aprender a ler. Aqui não começamos pelas letras ou pelas sílabas. Aprendemos totalidades…”.
Pensei que é assim que as crianças aprendem a falar. Elas não aprendem os sons para depois juntá-los em palavras. Aprendem palavras inteiras, pois somente palavras inteiras fazem sentido.
Pensei que é assim que se aprende a gostar de música. Nenhuma mãe ficaria solfejando notas soltas para adormecer o nenê. É preciso que os sons façam sentido. É preciso que haja melodia…
Aí ela continuou: “Mas é importante saber a ordem alfabética para se consultar o dicionário”. Como eu não conhecia preocupação didática semelhante articulada com tal clareza, preparei-me para aprender…

Rubem Alves 
Fonte: Portal aprendiz
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domingo, 2 de outubro de 2011

Alunos Bonzinhos

Içami Tiba

Houve um tempo, há algumas décadas, que o comportamento do aluno era tão avaliado quanto o seu aprendizado. Se um aluno estivesse quieto, calado, não se mexesse muito, não perturbasse em nada a aula, nem sequer perguntasse uma dúvida que tivesse, pronto: nota máxima em comportamento.  Por esta nota os pais, que tinham que assinar o boletim, sabiam se o seu filho fez bagunça ou não na sala de aula.
Assim, quem estivesse tímido, com graves problemas psicológicos como isolamento, mutismo, séria dificuldade de relacionamento, considerável baixa na auto-estima a ponto de julgar-se incompetente para participar da aula etc. Poderia receber uma boa nota de comportamento.
Era a época em que reinava o ensino autoritário, quando as regras escolares estavam acima de qualquer aluno, o dever estava muito distante do prazer, do lúdico, da alegria de viver. É deste período que os professores cometiam atos hoje considerados abusos de poder e até mesmo de bullying, como taxar o aluno de burro, fazer o aluno “ajoelhar no milho” etc.
Felizmente estas avaliações de comportamento acabaram, o ensino humanizou e o aluno adquiriu seus direitos de manifestação.
Como toda água que se represa, quando se solta inunda descontroladamente tudo por onde passa, e não irriga somente o que precisa; o comportamento dos alunos também “detonou” com tudo o que encontrou pela frente como liberdade de expressão, limites, regras e educação.
Os alunos ficaram como que viciados pela agitação e vontades próprias. Quando não fazem o que querem e não se agitam, começam a sofrer um tipo de abstinência ficando irritados, aborrecidos, desrespeitosos, agressivos, tumultuadores, etc.
Hoje até parece que os alunos que desejam aprender estão na contra mão da maioria, assim como comportar-se em aula sem incomodar outras pessoas e até mesmo praticar a educação mais adequada e saudável.
O que seria esperado de um aluno para ser considerado adequado é a educação relacional, com as palavras mágicas: com licença, desculpe, por favor, obrigado.
Uma sala de aula seria muito melhor se os alunos fossem mais educados - principalmente na civilidade.  Ninguém no mundo gostaria de conviver com pessoas mal educadas, muito menos professores que precisam despertar nos alunos uma vontade de estudar, quando eles só gostariam de fazer o que quisessem, avessos às obrigações e responsabilidades que são.
Mas esses mesmos alunos mal educados tornam-se altamente estimulados e cheios de vontades de aprender quando os assuntos lhes interessam, surpreendendo até quem deles nada espera.
Portanto o segredo para se conseguir o interesse dos alunos e assim um “aluno bonzinho” é o professor: primeiro ouvir quais os interesses mais comuns que eles manifestam e, segundo: incluir a sua matéria neles ou o inverso, ilustrar ou embasar as aulas com os interesses deles. Sabendo que a paciência deles é cada vez mais facilmente esgotável, o professor deve alimentá-la fornecendo feedbacks a cada intervenção que o aluno fizer. Assim as manifestações dos alunos deixam de ser intrusivas e passam a pertencer ao relacionamento professor-aluno.  
Exigir dos pais que os alunos já cheguem educados à Escola é bem pior e mais difícil de obter resultados positivos do que transformá-los em parceiros da educação dos filhos deles. 

Fonte: Uol

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sábado, 1 de outubro de 2011

Com brincadeiras, escola estimula o aprendizado das crianças

Pelo menos uma vez por semana os alunos da educação infantil da escola São Luís, em São Paulo, deixam a sala de aula tradicional para passar algumas horas em um local especial, chamado Espaço e Movimento. Cama elástica, parede de escalada, minicampo de futebol. A decoração colorida, que mais parece um salão de festas infantis, faz parte da grade curricular dos pequenos, que se divertem sem perceber que desenvolvem sua psicomotricidade, objetivo final da proposta.
Tarefas como exercícios de alfabetização, primeiros passos para entender matemática e tentativas de leitura em público podem causar ansiedade, estresse e cansaço na criança. Consequentemente, acabam aparecendo problemas de concentração e relacionamento. A aposta nas atividades psicomotoras é baseada no entendimento que o desenvolvimento motor ligado às experiências corporais podem auxiliar os alunos nos estudos.
Segundo a Sociedade Brasileira de Psicomotricidade, as atividades psicomotoras estão relacionadas ao processo de maturação de uma pessoa, em que o corpo é a origem das aquisições cognitivas e afetivas. Portanto, a psicomotricidade tem como objetivo desenvolver três conhecimentos básicos: o movimento, o intelecto e o afeto.
A instituição ainda defende que a educação psicomotora seja rotina nas escolas, uma vez que condiciona e ajuda nos aprendizados pré-escolares. Coordenadora pedagógica do Maternal e do Ensino Infantil no colégio São Luís, Eliane Marques Costa conta que a psicomotricidade faz parte da grade curricular da escola há quatro anos. Antes, as atividades eram realizadas em sala de aula e no ginásio de educação física. "Começamos a aperfeiçoar cada vez mais o nosso trabalho nesse campo e sentimos falta de espaço, montagens e materiais apropriados. Então surgiu a ideia da sala, inaugurada neste ano", afirma.
Todos os aparelhos e brinquedos no local têm finalidades educacionais e de desenvolvimento motor. Eliane diz que estes exercícios auxiliam os pequenos a desenvolverem consciência corporal, habilidades motoras, sensoriais, perceptuais, cognitivas e afetivas, além da atenção e concentração.
Um exemplo é o túnel sensorial. Em formato de U, o túnel preto é coberto por diversos instrumentos musicais, como buzina, pandeiro e violão, que ficam pendurados do lado de fora do brinquedo. A ideia, é testar a audição das crianças que, para participar, precisam ficar com os olhos vendados. Ainda dentro do túnel, tem uma lousa para desenhos gráficos e um tecido no qual as crianças podem ver o contorno do próprio corpo e fazer jogos de sombra.
Enquanto na sala de aula os alunos desenvolvem o conteúdo básico escolar, no Espaço e Movimento, eles descobrem seus sentidos, seu corpo e suas capacidades motoras. A sala fica aberta todos os dias, das 7h às 18h, sendo escolha do professor a hora de utilizá-la. A coordenadora ressalta a necessidade de elaborar um plano de ensino que inclua os fundamentos psicomotores. "O educador precisa ter clareza dos objetivos a serem atingidos, sempre tendo em vista o desenvolvimento global da criança", diz.
Aulas de leitura, por exemplo, podem ser feitas dentro do espaço interativo. Depois de ler uma história, as crianças podem ser convidadas a montar pequenas peças teatrais dentro do local, ou realizar pequenos trabalhos manuais. "A criança fica mais concentrada no conteúdo quando relaxa, e isso acontece muito durante as brincadeiras", diz Eliane. 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/
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