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domingo, 17 de março de 2013

O que personagens de 30 desenhos animados podem ensinar para o seu filho





Respeito às diferenças, amizade, amor pela família, criatividade e preservação ambiental: as atrações televisivas infantis dão lições sobre isso e muito mais.


O tempo que as crianças passam diante da televisão deixou de ser considerado um “gasto” com mero entretenimento há anos. Cada vez mais preocupados com questões educativas, os roteiristas das atrações infantis nacionais e estrangeiras – estas últimas disponibilizadas para os brasileiros principalmente por meio da TV paga – capricham na forma como os personagens, coloridos e interessantes, ensinam enquanto divertem.
Confira na galeria 30 desenhos animados atualmente no ar no Brasil e saiba o que eles podem ensinar para seu filho.
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sábado, 21 de julho de 2012

Apresentação de slides no Linux Educacional


Impress é o programa de apresentação de slides, similar ao PowerPoint, e que está disponível noLinux Educacional. Ele oferece inúmeras ferramentas que podemos utilizar para favorecer o interesse e a curiosidade, possibilitando a criação de atividades desafiadoras capazes de mobilizar as capacidades cognitivas dos alunos.


O software pode ser utilizado por professores na construção de material didático para uso com projetor multimídia, além de apresentações ricas em recursos como hyperlinks, animações, imagens 3D, áudio e vídeo. A sugestão, contudo, é que um aplicativo com tantas possibilidades não fique limitado a apenas um tipo de utilização.



A partir de um planejamento é possível propor aos alunos práticas pedagógicas diferenciadas que unam conteúdos a desafios interessantes, como jogos, passatempos, elaboração de histórias com imagens e animações, etc.


::ALGUMAS DICAS::

1) ANIMAÇÕES sobre assuntos diversos:
http://educacao.caxias.rs.gov.br/mod/resource/view.php?id=39

2) Site do Linux Educacional - Módulo 3: Impress
http://educacao.caxias.rs.gov.br/mod/resource/view.php?id=39

3) Tutorial Impress UFRGS
http://penta3.ufrgs.br/tutoriais/impress/

4) VÍDEO: Planejando sua apresentação
http://youtu.be/eTuRIaZyT3o



Fonte: http://bloguinfo.blogspot.com.br/2011/04/dicas-impress-apresentacao-de-slides-no.html Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Aulas de português são disponibilizadas na Internet




Apesar de o canal “Dúvidas Frequentes” estar desativada, o site oferece aulas de gramática e exercícios para treinar o conteúdo aprendido.


Fonte: http://portal.aprendiz.uol.com.br Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Escritoras dão dicas aos pais de como contar histórias para os filhos

Para Roberta Ribeiro e Ruth Souza, prática reforça autoestima infantil. 
Adultos devem explorar criatividade da criança e não se prender ao texto.


Os pais são personagens fundamentais na introdução e promoção do hábito de ler dos filhos desde a infância. Contar as histórias relatadas nos livros infantis podem servir aos pais como uma importante forma de interação com os pequenos. Esta é a opinião das escritoras Roberta Ribeiro e Ruth Souza, especialistas em livros para crianças.
Os livros infantis têm o maior índice por gênero de leitura relativo a uma faixa etária de acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Ibope Inteligência e pela Fundação Pró-Livro, que será divulgada na tarde desta quarta-feira (28). De acordo com o estudo, 66% das crianças de 5 a 10 anos ouvidas na pesquisa leem livros infantis.
“Os pais são muito importantes no desenvolvimento dos filhos como leitores”, diz a escritora Roberta Ribeiro. “Quando os pais antes da criança dormir contam história, é um momento de interação, transmite confiança e segurança, cria situação de amorosidade e desenvolve uma memória afetiva muito boa. A criança vai resgatar este sentimento de conforto e amorosidade que teve com os pais quando for estudar os livros da escola.”
Para a psicóloga Ruth Souza, especialista em psicopatologia da criança e do adolescente, os livros ajudam na autoestima e na confiança, e a participação dos pais no ato de contar as histórias reforçam este sentimento. “Os pais devem estimular a criatividade da criança na hora de contar uma história. A criança tem conflitos e precisa aprender a se proteger emocionalmente.”
Autoras da coleção "Faça Seu Mundo Melhor", com seis livros voltados para crianças de todas as idades, Roberta e Ruth listaram dicas para os pais contarem histórias aos filhos.
Crie um ambiente favorável
Os pais devem criar um ambiente agradável e acolhedor. Pode ser na sala de casa, na cama na hora de ir dormir, no carro na hora de levar criança para a escola. “É mais um ambiente emocional do que físico”, diz Ruth. “Às vezes os pais estão levando os filhos na escola e não aproveitam este tempo para criar um diálogo.”

Envolva a criança na leitura
Cada pai tem seu próprio jeito de contar uma história. Alguns são mais expansivo e aproveitam os livros que trazem mais diálogos. É preciso conversar com as crianças durante a leitura, perguntar o que ela compreendeu. É importante envolver a criança no processo.

Não se prenda tanto ao texto
Pergunte à criança que personagem ela gostaria de ser. É provável que a criança e os pais saiam um pouco da história. Não é um problema. A interação é mais importante do que se ater ao texto que está sendo contado.

Use um personagem para assuntos delicados
Contar uma história fictícia envolvendo um personagem pode ajudar a criança a pensar em situações em que ela esteja vivendo. Por exemplo, se a criança está brigando muito na escola, os pais podem contar uma história sobre outro menino ou menina que briga com os colegas. A criança vai participando e criando a história, o que pode fazer para melhorar isso. Isso pode ajudar a resolver uma questão interna. “Mas, quando a coisa é mais séria, os pais devem procurar um profissional”, salienta Ruth.

Deixe a criança contar a história
Fazer o filho contar a história do livro pode ser interessante para estimular o raciocínio, a memória e a própria imaginação. É possível que não conte a história como está no livro, afinal as crianças são muito imaginativas. Reprimir possíveis fugas ao tema não é a atitude mais adequada. Se a criança está lendo o livro, deixe que ela interaja e permita com que sua imaginação possa fluir. Isso para ela é muito importante.

Entre na brincadeira
Você pode estimular a criança a contar história e também pode entrar na brincadeira. Quando estiver com a criança, procure se tornar mais criança e brincar. “O ritmo de vida hoje é bem diferente do tempo dos nossos pais ou avós”, destaca Ruth. “A TV, internet e o videogame acaba ocupando a criança, só que eu percebo que isso não tem limite. Quando chega a noite, os pais estão cansados e, em vez de brincar, deixam os filhos vendo TV ou mexendo no computador.”

Use suas habilidades
Os adultos devem usar recursos e habilidades para poder contar histórias. Se souber, pode tocar uma música, cantar, desenhar. Não precisa ter talentos tão diferenciados, pode usar seus próprios esforços. O mais importante, além do conteúdo, é estimular a amorosidade entre os membros da família.

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quinta-feira, 12 de abril de 2012

O mapa de sua rua na tela


Acesse o site http://showmystreet.com e veja na hora o mapa de localização com as ruas e as construções.  É mais rápido do que o conhecido Google Farth e mais interessante que o googles maps. Experimente digitando endereço que conhece ou precisa saber para se deslocar.

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sábado, 31 de março de 2012

Excel ajuda a organizar dados e economizar tempo

A finalidade principal do Excel é organizar dados. Apesar de reunir muitas funcionalidades que poderiam facilitar as atividades rotineiras do professor, o programa, que faz parte do pacote Office da Microsoft, não está entre os preferidos dos educadores. O software pode parecer complicado no primeiro contato, porém seu objetivo é justamente descomplicar e automatizar as tarefas repetitivas. A cada nova versão, o uso do Excel fica mais fácil e intuitivo, com uma maior quantidade de comandos na barra de ferramentas para a realização de cálculos, classificações e visualizações com apenas alguns cliques. Segundo Alexandre da Costa Crespo, coordenador pedagógico da Microlins, de Campinas (SP), professor de informática há pelo menos 15 anos e responsável pela elaboração de materiais didáticos sobre Excel, as principais mudanças no programa ocorreram da versão 2003 para a de 2007, quando o softwarerecebeu um novo layout. Na mais recente, de 2010, as novidades mais importantes estão relacionadas ao tratamento de imagens e a tabelas dinâmicas, para usuários mais avançados. “As versões de 2007 e 2010, para quem nunca viu o programa, são muito mais fáceis de aprender do que a anterior. As ferramentas ficam mais disponíveis e existe uma interatividade maior. Se houver alguma dúvida, basta posicionar o mouse sobre a ferramenta que aparece uma explicação sobre o que ela faz”, salienta Crespo.
O Excel pode ser muito útil para organizar o dia a dia do professor e serve, por exemplo, para criar planilhas de diários de classe, acompanhamento das aulas, controle de notas e, inclusive, para calcular as médias dos alunos e exibir os resultados em gráficos. As planilhas comportam grande quantidade tanto de textos quanto de números. O trabalho maior é o inicial, na hora de criar o modelo. Cumprida essa etapa, basta realimentar os documentos com os novos dados. Para ensinar o leitor da Profissão Mestre a usar algumas funcionalidades do Excel, vamos tomar como base uma tabela de controle de notas de alunos, elaborada por Alexandre Crespo, que realiza o cálculo das médias e também revela se o estudante foi aprovado ou reprovado.
Células
Os arquivos do Excel são formados por linhas e colunas. As linhas são rotuladas por números e as colunas por letras. Os cruzamentos das linhas e colunas formam as células, espaços onde são armazenadas as informações. A referência da célula é composta pela identificação da coluna e da linha, como A1, que corresponde à primeira linha e coluna. Para começar a fazer uma planilha, clique duas vezes com o mouse na célula desejada e insira os dados, que também podem ser copiados do Word sem perda da formatação.
Formatação
As opções de formatação de texto do Excel são muito parecidas com as do Word. As abas da guia “Início”, no canto superior esquerdo, são praticamente idênticas. É possível mudar o tipo da fonte, cor, tamanho, alterar a cor de preenchimento das linhas ou colunas, entre outras possibilidades.
Alinhamento
Na aba “Alinhamento”, ainda na guia “Início” do menu principal, além de alinhar à direita, esquerda ou centralizar, é possível mudar a orientação do texto no botão “ab”. Basta clicar na célula desejada ou selecionar a área da planilha com o botão esquerdo do mouse apertado e escolher a nova orientação, como sentido horário, anti-horário, vertical, etc. Ainda nessa divisão do menu, existe a opção de mesclar células. Selecione as células que deseja fundir em uma só e clique em “Mesclar e Centralizar”.
Classificação
Também é fácil organizar os registros por ordem alfabética; basta selecionar os textos e clicar em “Classificar e Filtrar” na aba “Edição”. Além disso, é possível personalizar a classificação por outras variáveis, como cor da célula.
Inserir e excluir
Na aba “Células”, existem comandos para inserir, excluir e formatar linhas e colunas, inclusive com opções de autoajuste que moldam o espaço conforme o tamanho do texto. Também é possível executar essas e outras funções clicando no botão direito do mouse.
AutoSoma
Para efetuar cálculos matemáticos, vá até a guia “Fórmulas”. O segundo item do menu, chamado de AutoSoma, possibilita a realização de várias operações, como média e soma, com apenas um clique. Selecione na planilha a área a ser calculada e clique na operação desejada. Tomando como base a planilha de controle de notas, selecione as células com as notas dos quatro bimestres mais a próxima coluna em branco (que aparece na sequência) e clique em “Média”. O atalho para o comando AutoSoma também aparece no canto superior direito do menu da aba Início. Para visualizar o resultado e não a fórmula, clique em “Mostrar Fórmulas” na aba Auditoria de Fórmulas.
Funções
Para otimizar determinadas rotinas, é possível criar funções matemáticas, financeiras, estatísticas, entre outras, com a ajuda do botão “Inserir Função”, o primeiro do menu da guia “Fórmulas”. No modelo de planilha de controle de notas, há uma função criada para analisar a situação do aluno, com base na média, e exibir o resultado “Aprovado”, caso a nota tenha sido maior ou igual a 7, ou “Reprovado”, se a média for menor do que esse valor. No arquivo, a fórmula já aparece pronta em todas as linhas. Para exibir os resultados, clique novamente em “Mostrar Fórmulas” na aba “Auditoria de Fórmulas”. Essa função só funcionará se a coluna “Média” da planilha estiver preenchida.
Gráficos
Um recurso interessante que o Excel oferece para o professor acompanhar o aprendizado dos alunos de forma visual são os gráficos, localizados na guia “Inserir”. Nas versões 2007 e 2010, basta selecionar a área com os números que serão usados e clicar nas opções de modelo, como “Colunas”, “Linhas” e “Pizza”. Para treinar, usando o modelo de planilha divulgado em nosso site, selecione os nomes dos alunos e as notas dos quatro bimestres e clique em “Colunas” na aba “Gráficos”.
Configurações
Na guia “Layout de Página”, estão todas as opções para configurar a exibição e a impressão, como definição de margens e orientação da página (no formato retrato ou paisagem). Para deixar à mostra ou ocultar as linhas e grades da planilha, vá até a aba “Opções de Planilha” e clique em “Exibir” para “Linhas de Grade”.


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O gosto pela leitura deve ser estimulado desde a barriga

Que a leitura faz uma diferença enorme na construção do sujeito, não há dúvida nenhuma. Quanto mais cedo houver um estímulo ao mundo dos livros, melhor para a aprendizagem e desenvolvimento humano. Agora, iniciar um processo de construção do sujeito leitor a partir da gravidez é algo novo. Pois bem, uma experiência neste sentido vem sendo realizada numa escola pública da zona norte, já apresentado alguns resultados positivos.


Fonte: http:www.ivanilson.com


Coordenado pela professora Jaciana Sousa, a pesquisa "Leitura a partir do ventre" defende que a criança precisa sim, conviver com o livro, criar um vínculo com este objeto, mesmo antes de ler convencionalmente. "Afinal, como afirma Fernando José de Almeida: A paixão pela leitura não vem no código genético das pessoas. Ela deve ser cultivada, incentivada e ensinada. E somos nós, pais, os primeiros mediadores, responsáveis direto pela formação leitora dos nossos filhos".

A curiosidade pelo tema surgiu em dezembro de 2008, quando participava de um Seminário Internacional sobre Alfabetização, realizado em Natal, onde foi apresentado um trabalho de Cuba que enfatizava bastante a questão do estímulo à criança logo depois do nascimento. "Então, pensei ser possível estimular à criança, enquanto feto", no entanto, ela não deu continuidade a pesquisa, aprofundando-se em alguma teoria que fundamentasse esse pensamento.

Em 2010, ao participar do Seminário Prazer em Ler, realizado pelo Instituto de Desenvolvimento da Educação - IDE, ela sentiu-se mais uma vez instigada. "Quando a escritora Ana Margarida Ramos falou da experiência de Portugal com bebetecas (bibliotecas para bebês). Inclusive conversamos, pessoalmente, sobre a idéia e trocamos emails, com indicação de algumas referências bibliográficas. Lendo sobre a sensorialidade do feto, lembra Busnel(1999)quando ele afirma que "há uma aprendizagem no útero e que os bebês tem uma tendência a gostar daquilo que já provaram, ouviram ou cheiraram no útero". "Isso reforça e justifica a possibilidade desse estímulo precoce à leitura", enfatiza a professora.

A vivência dessa experiência no interior da escola, no entanto, não é fácil, dada a dinâmica do dia-a-dia de uma instituição pública de ensino. Segundo a professora, esse tipo de experiência é considerada uma ação de educação preventiva. "Mas a escola vive situações que precisam ser solucionadas com urgência, que demandam recursos humanos e materiais. E nesse contexto, torna-se difícil garantir ações de ordem preventiva", ressalta, lembrando que, no momento, a ação ainda é tímida, tendo em vista, não tratar-se de uma formação com as gestantes, como gostaríamos. Contudo, procuramos nas oportunidades de reuniões de pais ou específicas para esse fim, chamar a atenção de todos para a possibilidade da criança ser estimulada a leitura a partir da vida intra-uterina e, sua continuidade é óbvio, por toda a vida.

Segundo Jaciana, de um modo geral, já são observados resultados com o projeto de promoção da leitura literária "Escola e família: Por uma política de formação de leitores", não apenas com a ação que envolve as mães gestantes, até porque esta iniciou no final de 2010 e, ainda não se efetivou como uma formação continuada, como desejamos. "Apenas realizamos encontros, onde apresentamos sugestões de como estimular o feto; seja através de conversa, música, contação de histórias, etc. Na orientação às mães recomendamos que a criança escute histórias desde o ventre materno. Pois, as gestantes que alisam a barriga e lembram de narrativas, palavras, canções, que conversam com os seus bebês, mesmo em silêncio, transmitem tranqüilidade ao novo ser".

Para a professora, quando nascerem, esses bebês terão uma relação especial com a arte de diferentes maneiras, e consequentemente, apresentarão desenvolvimento diferenciado das que não tem acesso ao mesmo estímulo."Temos depoimentos, principalmente, das professoras-mães que vivenciam a experiência, desde o período de gestação, que seus bebês tem apresentado sucesso em seu desenvolvimento, principalmente no que diz respeito à linguagem, atenção, concentração,entre outros".

As perspectivas para o futuro é de elaborar de fato, uma espécie de formação continuada com essas mães, se possível com apoio do Posto de Saúde do Bairro, de modo que a idéia possa atingir um universo cada vez maior de gestantes. "Penso que a confecção de uma cartilha de orientação às gestantes e às famílias sobre o estímulo da leitura na mais tenra idade pode ser uma estratégia", disse.

"Os livros fazem parte da vida do meu filho"

Jaciana Sousa, Coord.da Escola Mun. Prof. Laércio Fernandes Monteiro

"Sinto-me muito a vontade para falar sobre a importância do estímulo à leitura desde cedo. Pois vivenciei essa experiência com o meu filho; hoje, com 14 anos de idade. Durante a gravidez, não me recordo de ter feito qualquer estímulo direto, como contação de história, música, etc., mesmo que inconsciente (naquela época, não tinha ainda essa compreensão). No entanto, acreditava na leitura e os livros (clássicos infantis) já faziam parte do enxoval dele. Talvez, também, pela inquietação de mãe, e, sobretudo, mãe-professora, de ver o meu filho lendo e escrevendo num futuro bem próximo.

Dessa forma, os livros sempre fizeram parte da sua vida. E o livro-brinquedo misturava-se, e até era confundido com os seus outros brinquedos. De vez em quando, nas suas fantasias de criança, eram literalmente empurrados, ora no chão, ora no ar; transformando-se em carrinhos, aviões etc. Tanto eu, quanto a babá, contávamos inúmeras e repetidas histórias antes dele dormir. E hoje posso dizer que esse estímulo tem feito muita diferença na sua vida, ou melhor, na nossa. É muito prazeroso para a família ver o sucesso do(s) filho(s) nos estudos. Aos oito anos de idade, demonstrou interesse pela poesia, inclusive produziu algumas.

Durante toda a vida escolar, encontra-se entre os primeiros da turma. No próximo dia 04/12, estará prestando o Exame de Seleção do IFRN (Mecatrônica-Parnamirim). Tem participado de um cursinho preparatório (IAP), inclusive classificado entre os primeiros lugares no curso (Mecânica), nos dois primeiros simulados que participou. Enfim, não tenho dúvida que esse sucesso vem acompanhado do gosto pela literatura.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

YouTube lança serviço de vídeos educacionais para escolas

YouTube para Escolas permite acesso a vídeos educativos, sem que alunos sejam dispersados por outros arquivos que não tenham relação com a matéria

O Google acaba de lançar uma nova versão do YouTube especialmente para uso educativo. A diferença dessa página para a que já conhecemos hoje é que os alunos não verão, nos vídeos relacionados, quaisquer conteúdos que não tenham a ver com a matéria em questão.

Para filtrar as sugestões, o YouTube criou várias playlists relacionadas à matéria estudada e também à idade daqueles alunos. Dessa forma, o Google pretende trazer de volta o acesso de escolas que bloquearam o site exatamente por conta dos conteúdos inadequados à sala de aula e que podiam ser acessados ali.

"A gente tem ouvido dos professores que eles querem usar o conteúdo educacional presente no YouTube em sala de aula, mas têm medo dos estudantes serem distraídos por uma música ou o vídeo do gatinho - coisas que não são apropriadas para aquele momento", afirma Brian Truong, gerente do projeto, em um post no blog do YouTube.

O novo serviço permite que escolas façam o bloqueio e só permitam o acesso a vídeos educacionais. Existe ainda um outro site, chamado YouTube for Teachers, que dá dicas para os professores de como utilizar esse conteúdo em sala de aula.

A base de vídeos é imensa: são mais de 400 mil títulos, produzidos por organizações conceituadas como Stanford, PBS, MIT e TED, além de outros parceiros ao redor do mundo. Assista, abaixo, o vídeo-apresentação do YouTube para Schools. Para acessá-lo, clique aqui.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

10 motivos para seu filho aprender o xadrez


Desenvolvendo a memória, a concentração e o raciocínio lógico, o xadrez estimula o aprendizado da criança




Este esporte milenar pode ajudar - e muito - no desenvolvimento intelectual do seu filho. Veja como:


Quais são as vantagens de aprender o xadrez? 

1. O xadrez estimula o raciocínio lógico 
2. O xadrez ativa a concentração 
3. O xadrez desenvolve a tomada de decisões 
4. O xadrez aguça a memória 
5. O xadrez trabalha a paciência 
6. O xadrez demanda a capacidade de planejamento 
7. O xadrez aumenta a autoconfiança 
8. O xadrez proporciona o respeito ao adversário 
9. O xadrez exige responsabilidade 
10. O xadrez instiga a imaginação e a versatilidade 

O xadrez, que surgiu no Sudoeste da Europa na segunda metade do Século XV, é muito mais que um jogo. Como bem definiu o escritor Johann Wolfgang Goethe, há mais de dois séculos: "O xadrez é um excelente exercício mental". Tal frase é comprovada por estudos como o da Universidade de Hong Kong, que provou por meio da pesquisa do Dr. Yee Wang Fung que os estudantes que jogam xadrez têm uma melhoria de 15% em provas de matemática após o início da prática. Na Venezuela, o projeto Learning to Think Project concluiu que até mesmo o QI de uma criança pode ser aumentado por meio do treino do xadrez. Além disso, a pesquisa de William Levy, do Departamento de Educação de Nova Jersey, nos EUA, mostra que o jogo interfere também em questões pessoais, como a auto-estima e confiança. 



Não à toa, a UNESCO mantém o Comitê de Xadrez Escolar, responsável por integrar a modalidade nas escolas e instituições de ensino e visar que a prática seja pedagogicamente produtiva. Muitas instituições de ensino têm o jogo de xadrez em suas grades (extra) curriculares. Em São Paulo, escolas como o Dante Alighieri, Santa Cruz, Santo Agostinho, Santo Américo, entre outras, oferecem aulas do jogo. O Colégio São Luiz rege, anualmente, o Torneio Intercolegial de Xadrez, que proporciona uma competição entre as mais variadas idades e escolas. "São inúmeras as vantagens da prática do xadrez, mas as mais lembradas e verificadas são o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, atenção e concentração, memória e a criatividade", diz o professor Antonio Carlos de Resende, do Colégio Albert Sabin, que instituiu o xadrez desde a fundação, em 1994.Também no Rio de Janeiro, a moda pegou. Mesmo em escolas públicas. O programa "Aprendendo Xadrez nas Escolas", parceria do Governo com a Federação de Xadrez do Estado, inclui aulas do jogo em cerca de 140 escolas estaduais.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

8 razões para usar o Youtube em sala de aula

Descubra como esta rede social pode ajudar você a produzir vídeos e planejar aulas mais dinâmicas e interessantes para seus alunos


Prender a atenção dos estudantes, que estão cada vez mais conectados, não tem sido uma tarefa fácil para os educadores. O problema se torna cada vez maior conforme os alunos ficam mais velhos. Nas salas de aula do Ensino Médio, é muito comum os professores disputarem a atenção dos estudantes com aparelhos eletrônicos, celulares ou smartphones. Por isso, o momento é propício para tornar a tecnologia - e a sua turma - uma aliada em sala de aula. "O uso de recursos tecnológicos que estão presentes no dia a dia dos alunos pode ajudar a aproximá-los dos temas tratados em sala, além de servir como estímulo para o estudo", afirma Marly Navas Soriano, professora de Informática Educativa da EMEF Cleómenes Campos, em São Paulo.
Para encorajá-lo a usar o Youtube em sala, listamos oito bons motivos para incluir a rede social no seu planejamento e na sua rotina profissional:
1- Oferecer conteúdos que sirvam como recursos didáticos para as discussões em aula
Incentive os estudantes a participar das aulas compartilhando com eles vídeos que serão relevantes para o contexto escolar. Desde que bem selecionados, os conteúdos audiovisuais podem mostrar diferentes pontos de vista sobre um determinado assunto, fomentando os debates e discussões em sala.

2- Armazenar todos os vídeos que você precisa em um só lugar
Se você ainda não é um usuário do Youtube, basta criar uma conta na rede (gratuitamente) para ter acesso às listas de reprodução (playlists). Elas permitem que você organize seus vídeos favoritos em sequência. Um usuário não precisa selecionar apenas vídeos publicados por ele, ou seja, a playlistde um professor pode conter vídeos publicados por outros membros do Youtube. Outra vantagem de organizar os vídeos em listas é que quando um vídeo termina, o próximo começa sem que sejam oferecidos outros vídeos relacionados, mas que não interessam ao seu propósito didático naquele momento. Ao selecionar o material que será visto pelos alunos, você pode garantir que o conteúdo hospedado em seu canal seja confiável, pois ele passou pela sua curadoria.

Consulte dois tutoriais breves, desenvolvidos pelos profissionais do Youtube, sobre como criar uma lista de reprodução e como organizar seus vídeos.
3- Montar um acervo virtual de seus trabalhos em vídeo
Com uma câmera fotográfica, um celular ou uma câmera de vídeo simples, você pode capturar e salvar projetos e discussões feitas em sala de aula com seus alunos. Com esses registros da prática pedagógica você terá em mãos (e na rede) um material rico, que pode servir como base para uma análise crítica de seu trabalho e dos trabalhos apresentados por seus alunos. Os registros ainda viram material de referência para toda a comunidade escolar, pois qualquer vídeo armazenado no Youtube pode ser facilmente compartilhado entre os alunos e professores da escola e fora dela.

Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como compartilhar uma lista de reprodução.
4- Permitir que estudantes explorem assuntos de interesse com maior profundidade
Ao criar listas de reprodução específicas para os principais assuntos abordados em sala, você cumpre o papel do mediador e oferece aos alunos a oportunidade de aprofundar os conhecimentos a respeito dos temas trabalhados nas aulas. Ao organizar playlists com vídeos confiáveis e relevantes, você permite que os estudantes tenham contato com os conteúdos que interessam a eles, sem que eles percam muito tempo na busca e na seleção de informações.

5- Ajudar estudantes com dificuldades
Você pode criar uma lista de reprodução com vídeos de exercícios para que os alunos resolvam no contraturno escolar. Esse material serve como complemento para os conteúdos vistos em sala e os estudantes podem aproveitá-lo para fazer uma revisão em casa dos assuntos vistos na escola.

6 - Elaborar uma apresentação de slides narrada para ser usada em sala
Você pode usar o canal de vídeo para contar uma história aos alunos e oferecer a eles um material de apoio que possa ser consultado posteriormente. Produza uma apresentação de slides narrada, com imagens que ilustrem o tema abordado e passe o vídeo em sala de aula.

Aqui, um tutorial desenvolvido pelos profissionais do Youtube sobre como editar vídeos na página de exibição de vídeos.
7 - Incentivar os alunos a produzir e compartilhar conteúdo
Lembre-se: seus alunos já nasceram em meio à tecnologia. Por isso, aproveite o que eles já sabem e proponha que usem câmeras digitais ou smartphones para filmar as experiências feitas no laboratório de Ciências, para que desenvolvam projetos - como a gravação de um "telejornal" nas aulas de Língua Portuguesa, por exemplo - ou nas apresentações de seminários. O conteúdo produzido pelos estudantes também pode ser disponibilizado na rede - desde que os pais sejam comunicados previamente para autorizar a exibição de imagem dos filhos na rede. Tal ação pode incentivar os estudantes a participar de forma mais ativa das aulas.


8 - Permitir que os alunos deixem suas dúvidas registradas
Você pode combinar com seus alunos para que eles exponham as dúvidas no espaço de comentários do canal, logo abaixo dos vídeos. Assim, é possível criar ou postar novos vídeos sobre os assuntos sobre os quais os estudantes ainda têm dúvidas.



Fonte:revistaescola.abril.com.br
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Livro ensina regras da gramática em versos de cordel

Aprender algumas regras da língua portuguesa por meio das rimas da literatura de cordel. Essa é a proposta do livro "Lições de gramática em versos de cordel".


O autor Janduhi Dantas, professor de cursinhos e pré-vestibulares em Patos (PB) é divulgador da literatura de cordel nas escolas em que trabalha. Ele começou a escrever poesia popular na adolescência, incentivado por seu irmão mais velho, que o levava às cantorias de viola que ocorriam na cidade e o estimulava a ler sua coleção de cordéis.
No seu livro, ele usa as sextilhas metrificadas para tirar dúvidas sobre fonologia, semântica, morfologia, sintaxe e também sobre o novo acordo ortográfico.
"Ao ler os versos de Janduhi, percebi que ele havia descoberto uma fórmula eficaz de tornar o estudo da gramática interessante e prazeroso e que, com sua poesia, nossos estudantes poderiam se interessar mais pelo estudo de nossa língua, pois em seus versos os conceitos gramaticais eram apresentados com clareza, ritmo e humor", escreve Ernani Terra, na apresentação da obra. Ele é um dos autores do livro "1001 Dúvidas de Português".
Veja um exemplo de um erro que até o ex-presidente Lula já cometeu :
Variar o termo menos

é erro crasso demais:

"Hoje havia menos gente"
"Elas estão menos más"
a palavra certa é menos,
não se diz menas jamais"

 Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho



Elementos do dia-a-dia, como receitas culinárias e contos infantis, também ajudam na alfabetização de uma criança




Contar histórias, deixar bilhetinhos na geladeira, fazer lista de compras em voz alta - essas são apenas algumas ações que ajudam na alfabetização das crianças


 Você sabia que os pais também podem ajudar na alfabetização de seus filhos? Isso mesmo! Mas não se preocupe, pois não se trata de ter de ensinar formalmente a criança a ler e a escrever, função esta do professor. Você pode, isso sim, tornar o ambiente de convivência da criança repleto de atos de leitura e escrita, de forma a inseri-la desde cedo no mundo das letras. Em suma, deixar o ambiente doméstico mais alfabetizador. "Isso acontece quando, por exemplo, a mãe deixa bilhetinhos na porta da geladeira, apontando a finalidade do ato para a criança: ‘vamos deixar esse recadinho para o papai avisando-o que iremos nos atrasar para o jantar’. Ou quando, antes de começar um novo jogo (de tabuleiro, por exemplo), ela propõe ao filho que eles leiam as regras juntos", exemplifica a educadora Cida Sarraf, que leciona no curso de pedagogia do Centro Universitário Salesiano e da Faculdade Mozarteum, ambos em São Paulo.

Maria Claudia Sondahl Rebellato, assessora pedagógica na produção de material didático em Curitiba-PR, acredita que, quando a criança é inserida nessas atividades rotineiras, ela acaba percebendo a função real da escrita e da leitura, e como elas são importantes para a nossa vida. E, dada sua curiosidade nata, ela vai querer participar cada vez mais e buscar o conhecimento dos pais.
 
A criança que cresce em constante contato com a leitura e a escrita acaba se apropriando da língua escrita de maneira mais autoral e adquirindo experiências que vão fazer a diferença na hora de ela aprender a ler e a escrever efetivamente. "Isso explica o fato de, numa mesma sala de 1º ano, professores se depararem com algumas crianças praticamente alfabetizadas e outras que sequer entendem a função do bilhetinho na porta da geladeira ou que a linguagem escrita se relaciona com a oral, porque viveram experiências muito discrepantes em casa", argumenta Cida Sarraf. 

Leia abaixo as 11 maneiras de deixar o ambiente de sua casa mais alfabetizador, ajudando seu filho a passar com tranquilidade pela alfabetização o que, aliás, é fundamental para ele ter sucesso nas etapas futuras do aprendizado e do conhecimento, e as reportagens relacionadas:


1-  Deixar bilhetes ou escrever cartas.
2-  Preparar receitas culinárias na presença da criança.
3-  Ler histórias.
4-  Ser um modelo de leitor
5-  Explorar rótulos de embalagens.
6-  Fazer listas de compras com seu filho.
7-  Aproveitar as situações da rua.
8-  Fazer os convites de aniversários com a criança.
9-  Montar uma agenda telefônica.
10-Apontar outros materiais escritos.
11-Respeitar o ritmo da criança

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sábado, 19 de novembro de 2011

4 coisas a evitar no PowerPoint


1. Telas muito cheias
Tente colocar em cada slide apenas palavras-chave sobre sua matéria. Encher cada tela de animações só serve para distrair os alunos. E colocar no computador tudo o que você vai dizer faz com que os estudantes pensem que você esta lendo um roteiro.

2. Mensagens que não são relevantes.
Pense como seu aluno. O que eles irão ganhar se você projetar, por exemplo, a tabela periódica por quinze segundos? Que informações eles absorver? Faça cada slide de apresentações somente com informações uteis.

3. Cuidado com o visual
Certo, esses programas oferecem todos os tipos de letras, de fundo, qualquer combinações o que você possa imaginar. Mas será que o visual escolhido combina com a sua aula e com seu jeito de lecionar? Montar uma apresentação em programa multimídia e mais ou menos como decorar uma casa: você coloca ali um pouco de sua personalidade, seu jeito de ser. Seja coerente e monte uma apresentação parecida com você.

4. E melhor algo simples que funcione
Vale principalmente se você usa diversos computadores: o que você cria em um pode não ser reconhecido por outro. E quanto mais complexas forem as suas apresentações, mais possibilidades de erro acontecem. Uma simples mudança de cor pode tornar a tela ilegível. Simplifique.
Fonte: profissaomestre.com
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