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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

As 12 tendências tecnológicas da educação brasileira até 2017


Estudo divulgado nesta semana pelo Horizon Report Brasil aponta potenciais ferramentas tecnológicas a serem usadas na educação no Brasil nos próximos 5 anos.


Laboratórios móveis, redes, inteligências colaborativas, geolocalização, aprendizado baseado em jogos, conteúdo aberto. Achou essa lista futurista demais para ser usado em escala nas escolas do Brasil, públicas e privadas? Talvez ela não seja tão inalcançável assim. O sistema Firjan reuniu um grupo de 30 especialistas para analisar o estado do uso da tecnologia em práticas no país e fez prognósticos sobre quais ferramentas já estarão sendo usadas em escala em um horizonte de até cinco anos.
O estudo “As Perspectivas Tecnológicas para o Ensino Fundamental e Médio Brasileiro de 2012 a 2017: Uma Análise Regional do NMC Report”, divulgado nesta semana, identifica 12 tecnologias emergentes que têm potencial para impactar o ensino, além das dez principais tendências e os dez maiores desafios da educação brasileira.
Entre as 12 tecnologias apresentadas, quatro foram apontadas entre as que devem começar a fazer parte massivamente das salas de aula em menos de um ano: ambientes colaborativos, aprendizagem baseada em jogos e os dispositivos móveis representados por celulares e tablets; outras quatro estavam entre as que devem começar a ter seu uso mais frequente em dois ou três anos: redes, geolocalização, aplicativos móveis e conteúdo aberto; e mais quatro foram podem ser esperadas em um período de quatro ou cinco anos: inteligência coletiva, laboratórios móveis, ambiente pessoal de aprendizagem e aplicações semânticas. (Alguns desses termos podem ainda não estar claros, por isso o Porvir preparou um infográfico explicativo, confira abaixo).
Feito pela primeira vez no Brasil, o estudo insere um capítulo regional ao já tradicional Horizon Report, que anualmente faz previsões sobre o uso da tecnologia no universo educacional. O panorama global permitiu também comparações entre o contexto brasileiro e o internacional. Bruno Gomes, assessor de tecnologias educacionais do Sistema Firjan e participante tanto da pesquisa global quanto da nacional, ressalta alguns pontos em que nós nos distanciamos muito do mundo. “No Brasil, a gente já consegue ver o hardware, as coisas físicas em sala de aula, como o celular e o tablet. Mas falta a internet, então tudo que é feito na nuvem ou depende de uma rede boa e estabilizada vem depois”, diz.
Por isso, enquanto nos países ibero-americanos e na pesquisa global a computação em nuvem é uma realidade esperada em um ano, os especialistas brasileiros nem sequer apostaram nela para um panorama de até cinco anos. “Outra curiosidade é que, conteúdo livre, que já está acontecendo no mundo, ainda não vai acontecer no Brasil neste ano. O brasileiro ainda é apegado à autoria”, acrescenta Gomes.
Apesar das diferenças, alguns pontos são comuns em todas as partes do mundo, principalmente no que diz respeito aos desafios encontrados. “Formação de professores é um problema para o mundo”, ressalta Gomes. No relatório divulgado durante o evento Conecta 2012, que terminou hoje, os especialistas destacam também outra relevante coincidência entre o que esperam ver no Brasil e o que está posto no mundo. “Os 30 membros do conselho deste projeto concordaram com o conselho global em relação à tendência mais importante. Eles perceberam as portas se abrindo nas escolas de educação básica no Brasil para modelos de aprendizado híbrido e colaborativo”, afirmam os autores do relatório.
TECNOLOGIAS DE SALA DE AULA – ESPECIALISTAS INDICAM 12 FERRAMENTAS QUE ESTARÃO NAS ESCOLAS ATÉ 2017
1 ano ou menos – Polarização de dispositivos
Ambientes colaborativos 
Espaços online que visam facilitar a colaboração e o trabalho em grupos. Nesse tipo de ambiente, a interação acontece independente de onde os alunos estejam

Aprendizagem baseada em jogos 
Interação de jogos nas experiências educacionais; os benefícios têm se comprovado em desenvolvimento cognitivo, colaboração, solução de problemas e pensamento crítico

Celulares 
Especialmente quando se fala em smartphones, são o ponto de convergência de muitas tecnologias; permitem acesso a um volume muito grande de informações na palma da mão

Tablets 
Como os celulares, têm a facilidade da mobilidade e possibilitam aulas dentro e fora da escola. Dispositivos aumentam o leque de recursos pedagógicos

2 a 3 anos – Uso dos softwares
Redes 
Investimento em banda larga para grandes eventos esportivos e o maior número de smartphones facilitam acesso rápido, barato e fácil a todos os tipos de informação

Geolocalização 
Ferramentas recentes permitem a determinação da localização exata de objetos físicos, além da combinação com dados sobre outros eventos, objetos ou pessoas

Aplicativos móveis 
Nova indústria de desenvolvimento de softwares cria um universo de novas possibilidades educacionais, com compartilhamento de descobertas em tempo real

Conteúdo aberto 
Conteúdo disponibilizado gratuitamente, via web, dá acesso não apenas à informação, mas ajuda no desenvolvimento de habilidades de pesquisa, avaliação e interpretação

4 a 5 anos – Apropriação dos softwares
Inteligência coletiva 
Conhecimento existente nas sociedades ou em grandes grupos. Como hoje a produção de conhecimento não é mais um monopólio, várias redes são criadas cotidianamente

Laboratórios móveis 
A tecnologia facilitou que pesados equipamentos, antes disponíveis apenas em bons laboratórios de ciências pudessem ser inseridos em simples celulares

Ambiente pessoal de aprendizagem 
Formado por uma coleção pessoal de ferramentas montadas para apoiar seu próprio aprendizado; lista é organizada de forma independente e é focada em objetivos individuais

Aplicações semânticas 
Aplicativos que organizam informações de várias fontes e fazem associações entre elas, apresentando o resultado de forma atraente ao usuário.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Em breve, pais decidirão: dar uma pilha de livros ou um tablet aos filhos

Acervo, em formato digital, de obras voltadas a crianças e adolescentes cresce. Para educadores, leitura no dispositivo não traz prejuízos ao aprendizado


O escritor italiano Italo Calvino dizia que clássicos são os livros que propagam valores universais e despertam emoções que, a despeito do tempo decorrido desde a leitura, jamais são esquecidos. "Constituem uma riqueza para quem os tenha lido e amado", escreveu. Cientes dessa riqueza, geração após geração, muitos pais se preocupam à certa altura da vida em reunir esse tesouro em uma estante, presenteando os filhos com uma seleção dos melhores livros. A tecnologia vai adicionar, de maneira crescente, uma questão a essa tarefa: franquear aos filhos uma coleção de livros ou um tablet ou e-reader, o leitor de livros digitais (ebooks), aos quais clássicos e outras tantas obras podem ser adicionados?


Sim, muitos clássicos já estão disponíveis para tablets e e-readers, muitos mais estão a caminho e o mesmo vale para obras contemporâneas que servem à formação e ao deleite de crianças e adolescentes. Em língua portuguesa, já é possível ler nos dispositivos fábulas narradas pelos irmãos Grimm, A Menina do Narizinho Arrebitado, de Monteiro Lobato, e as instigantes aventuras de Julio Verne, como Viagem ao Centro da Terra, entre outros – confira a relação, acrescida de livros de leitura obrigatória da Fuvest. É apenas uma pequena parcela do que já se faz em língua inglesa, por exemplo, que conta com milhares de obras prontas para a leitura. "Estamos próximos da virada digital", afirma Mauro Palermo, diretor da Globo Livros, que até o fim deste ano vai colocar nos tablets todo o seu acervo infanto-juvenil – incluindo os clássicos assinados por Monteiro Lobato. "É um caminho sem volta", diz.
A ideia de tirar o tradicional livro impresso das mãos das crianças e trocá-lo por um iPad, da Apple, ou similar pode assustar os pais. Mas não causa a mesma reação nos estudiosos. Para estes, não existem restrições para leitura na nova plataforma. "O universo digital exerce fascínio nos jovens e, com ajuda dos tablets, pode apresentar a leitura para esse público de forma surpreendente", afirma Marcos Cezar Freitas, pedagogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Ismar de Oliveira Soares, coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP), vai mais longe. Ele acredita que o dispositivo eletrônico se coloca, com sucesso, como alternativa ao formato secular do livro impresso em papel. "Trata-se de um novo mundo", diz. A principal vantagem, na visão dele, é a praticidade – a capacidade dos tablets e e-readers de "carregar" centenas e até milhares de obras. Isso, é claro, facilita a vida de todos os usuários, mas especialmente das crianças e adolescentes, sempre às voltas com pilhas de obras de leitura obrigatória. "Se é possível carregar diversos livros em um único aparelho, por que não aproveitar essa facilidade?" Do ponto de vista do ensino, não há perdas para o aprendizado, defende Soares. "O que importa é o que se lê. Não onde se lê."
Não há razões pedagógicas, portanto, para as editoras pouparem esforços na transposição de suas obras para o formato digital. Elas agora estão de olho nas razões de mercado – e elas são animadoras. Em 2010, os brasileiros importaram oficialmente 64.000 iPads, segundo dados da Receita Federal – isso não incluiu aparelhos que cruzaram a fronteira na bagagem de turistas que voltaram ao país, nem rivais como o Galaxy Tab, da Samsung, ou e-readers. A expectativa é que até o fim deste ano sejam vendidos mais 300.000 aparelhos da Apple por aqui. Some-se a isso os dispositivos das demais marcas e também os leitores de ebooks. "Nossos investimentos estão crescendo de acordo com a ampliação do mercado consumidor", diz Breno Lerner, superintendente da Editora Melhoramentos. Por ora, a empresa já oferece versões digitais dos livros de Julio Verne e Ziraldo, além da coleção Sherlock Holmes.
A Abril Educação – grupo que reúne as editoras Ática e Scipione e é controlado pela família Civita, que também é dona da editora Abril, que publica VEJA – é outra que vai reforçar o acervo disponível para crianças e jovens. A empresa em breve colocará nas mãos dos jovens leitores obras de autores cujo leitura tornou-se quase compulsória no país, caso de Ana Maria Machado e Marcos Rey. "As novas plataformas, como os tablets, são um desafio do qual não vamos nos furtar", diz Ana Teresa Ralston, diretora de tecnologia de educação e formação de professores da Abril Educação.
O preço é também um atrativo. Superada a aquisição do próprio dispositivo (a partir de 1.700 reais, no caso do tablet, e 650 reais, para o leitor de ebook), compra-se obras de Machado de Assis e Eça de Queirós, por exemplo, por menos de 4 reias nas lojas virtuais da Apple e da Amazon. A versão impressa sai, no mínimo, pelo dobro. Na loja virtual Aldiko, para a tecnologia Android, sistema operacional que dá vida ao Galaxy Tab, há obras gratuitas – ainda em pequeno número em português, é verdade. Mas essa oferta deve crescer à medida que cresça a demanda – e vice-versa: a procura maior deve forçar a oferta de mais títulos. "A tendência é de expansão", diz Lerner, da Melhoramentos. Para quem ainda se assusta com a ideia de ver uma criança lendo clássicos próprios para a idade como A Ilha do Tesouro ou Vinte Mil Léguas Submarinas em um tablet, vale a lição de Ismar de Oliveira Soares, da USP: o que importa é o conteúdo.

Fonte: http://veja.abril.com.br Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Para especialistas, Ideb na porta da escola é inconstitucional

Professora e representantes do Direito da Criança e do Adolescente dizem que medida expõe a constrangimento e vexame.

O projeto que obriga as escolas a colocar na porta da unidade a nota que obtiveram no Índice da Educação Básica (Ideb) expõe os alunos a constrangimento e vexame vetados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição Federal. A conclusão é de especialistas na área ouvidos pelo iG.
A proposta em estudo pelo Congresso Nacional já está valendo por decreto na cidade do Rio de Janeiro desde o início do mês e no Estado de Goiás há uma semana. A ideia, do economista Gustavo Ioschpe, é que a exposição do índice mobilize a comunidade em volta das instituições com nota baixa para que pressionem professores e governantes.
Para isso, o Ideb – que é o resultado da nota obtida pelos alunos na Prova Brasil multiplicado pelo porcentual de estudantes aprovados – deve ser colocado em uma placa que iria do vermelho para o azul, deixando o mais claro possível se a escola foi bem ou mal na avaliação. Quando o Rio de Janeiro adotou a medida, estudantes ouvidos pela reportagem disseram concordar desde que a escola tivesse a nota boa e que sentiriam vergonha se estudassem em uma instituição má avaliada.
Para a titular da cadeira de Direito da Criança e do Adolescente na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, Glória Regina Lima, “não resta dúvida da inconstitucionalidade” da medida. “A Carta cidadã em seu artigo 227 estabelece, dentre outros, o dever do Estado de assegurar a educação à criança e ao adolescente e ainda determina salvaguardá-los de toda forma de discriminação”, explica ela.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, criado em 1990 e amplamente elogiado pela Unesco é mais específico. O artigo 18 impõe como “dever de todos” impedir qualquer tratamento “vexatório ou constrangedor”. “O famigerado decreto municipal está na contramão dos imperativos legais que priorizam com a mais absoluta clareza a preponderância dos interesses dos menores sobre qualquer outro”, conclui a professora.

Para Glória, não é problema o uso da nota internamente entre professores, alunos e comunidade, mas a exposição para pessoas não envolvidas diretamente e a atribuição dela às crianças que, ao entrar e sair do local, estarão sendo expostas. “A ideia promove a discriminação pelo contágio moral, que alcança induvidosamente a criança e o adolescente e os profissionais que integram a escola, ferindo de morte um dos direitos fundamentais o da dignidade de pessoa humana”, acrescenta, referindo-se ao artigo 5º da Carta Magna.
O vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB, Ariel de Castro Alves, acha que o próprio objetivo da lei desrespeita o ECA. “A intenção de mobilizar pelo constrangimento já está errada, o objetivo parece ser a exposição que fatalmente vai levar ao vexame e ao preconceito”, diz.
Na opinião dele, as normas em vigor no Rio e em Goiás não têm validade por contrariar legislações maiores como o ECA e a própria constituição. “Na Câmara dos Deputados e no Senado a proposta deve ser avaliada por uma comissão de justiça que deve perceber a contradição”, analisa.
O especialista em Direitos Humanos pela Universidade Complutense de Madrid e membro da Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente, Carlos Nicodemos, acha que trata-se de “obrigar a sociedade a executar um processo discriminatório”. Para ele, o Ideb está disponível para interessados e não é necessário expor em local de passagem dos alunos. “Além de ferir o ECA, o Estado está delegando a comunidade um papel que é dele, de dar educação de qualidade para as crianças."
Ele também critica a falta de alternativa aos estudantes. "Se eles se sentirem constrangidos, deveriam poder escolher onde estudar. Infelizmente não é esta a realidade ofertada."
Resposta dos governos
Questionadas, as secretaria de Educação do município do Rio de Janeiro e do Estado de Goiás não responderam sobre a questão jurídica, mas defenderam a posição.

A pasta do Rio enviou a seguinte nota: "A decisão de divulgar o Ideb e o IDE-Rio e as metas de melhoria do ensino a serem alcançadas pelas escolas, de acordo com orientação do Ministério de Educação, tem como objetivo informar a sociedade como está o desempenho educacional de cada escola e, assim, engajar a comunidade escolar no processo de melhoria da qualidade do ensino. A Secretaria informa, ainda, que a ideia foi inspirada, também, pela iniciativa da direção do Ciep Lindolfo Collor, em Rio das Pedras, Jacarepaguá, de afixar nas paredes da unidade as metas a serem alcançadas em 2010, conseguindo, assim, envolver toda a escola na melhoria do ensino. Como resultado, ressalta a SME, a escola conseguiu atingir a meta, garantindo aos professores e funcionários o Prêmio Anual de Desempenho."
A Secretaria Estadual de Educação de Goiás informou que trata-se de uma medida que visa "despertar na sociedade, sobretudo nos pais e responsáveis pelos estudantes, o interesse pela educação pública e mostrar a necessidade de que todos, de uma forma ou de outra, se engajem para que educação de qualidade seja acessível a todos". 
A nota segue: "A Secretaria da Educação avalia que a nota do Ideb afixada na escola vai dar às famílias o direito de conhecer a qualidade do ensino que seu filho está recebendo. Também despertará nelas o interesse sobre o que representa aquela nota e o que fazer para que ela aumente. E então já teremos aí um dos fatores apontados por estudos nacionais e internacionais como um dos mais importantes no desenvolvimento escolar do estudante: o envolvimento de sua família, o acompanhamento de seus pais, o estímulo e a atenção daqueles que são os precursores daquilo que a escola deve oferecer mais adiante, uma boa formação. A Secretaria da Educação naturalmente não deixaria de lado a mobilização social como uma das ferramentas para apoiar o trabalho de elevar a qualidade da Educação no Estado. Com o acompanhamento de todos, inclusive dos professores, que certamente lutarão para que seu trabalho na escola atinja os melhores resultados, e com as ações que desde o começo deste ano estão sendo implementadas por este governo, muito em breve as placas com a nota do Ideb serão motivo de orgulho para todas as escolas estaduais e para toda a comunidade escolar."
 

Fonte: www.ig.com.br Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

POR QUE O SISTEMA DE NUMERAÇÃO ROMANO CAIU EM DESUSO?

Qual a explicação?


Nas séries iniciais, quando estamos nos familiarizando com nosso sistema de numeração (chamado de sistema de numeração indo-arábico), tomamos conhecimento também de outros sistemas. Destes, o mais conhecido é o romano: aquele com letrinhas no lugar dos algarismos e que ainda hoje é usado em algumas poucas situações.

Uma indagação natural seria: por que este sistema de numeração foi deixado de lado?
A explicação reside em uma diferença fundamental entre o sistema romano e o que usamos hoje: nosso sistema é o que chamamos de "sistema posicional". Ou seja, o valor de um símbolo depende da sua posição no numeral. Por exemplo, em 55 o primeiro 5 não vale 5; vale 50, pois ocupa a posição das dezenas.
Já no sistema de numeração romano os símbolos tinham sempre o mesmo valor. Por exemplo, em XX, cada X vale 10.

Por conta disso, efetuar operações no sistema romano é uma tarefa extremamente desagradável. No nosso sistema, se precisarmos efetuar 13 + 25, fazemos:
 
  13
+25
  ----
  38
 

Veja que seguimos uma regrinha bastante simples: somamos unidade com unidade (3 + 5 = 8) e dezena com dezena (1 + 2 = 3). E como faríamos isso no sistema romano? Observe que:

=> 13 no sistema romano fica XIII.


=> 25 no sistema romano fica: XXV.


Portanto:


XIII

XXV
-----
?????


Percebeu a dificuldade? Se uma simples adição já ficou complicada, imagine uma divisão! Por isso é que hoje usamos este sistema apenas para indicar numerais em poucas situações especiais, como as horas em um relógio.
Fonte: www.ig.com
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Meia-entrada para professor é direito ou privilégio?


Está aí uma boa decisão tomada pela Câmara Municipal de São Paulo, que acaba de ser aprovada: meia-entrada para professor ir a cinema, teatro e espetáculos.

Posso até imaginar que professores vão usar esse recurso com entretenimento de baixa qualidade. Mas o fato é que, sem uma bagagem cultural, a capacidade de o professor estimular o aluno é muito menor. Professor em contato permanente com a cultura é o contato permanente com a criatividade.
Alguns podem dizer que meia-entrada para professor seria um privilégio, afinal por que não estender também para médicos. Ou garis.
Certamente não será essa a grande solução para a melhoria do professor. É algo que depende de treinamento constante, de benefícios para atrair talentos e de melhores condições de trabalho. Mas ajuda.
Como o professor é estratégico para formar todo um país, um projeto específico para ajudá-lo a vivenciar mais cultura terá um efeito propagador. Daí que tenho defendido há tempos o uso da cidade como espaço educativo, com suas inúmeras possibilidades gratuitas ou acessíveis.

Se dependesse de mim, haveria até mesmo descontos para a compra de livros e banda larga de internet. Afinal, professor que não lê (e são muitos, podem acreditar) jamais conseguirá ser um bom professor. 

Fonte:http://portal.aprendiz.uol.com.br/



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domingo, 18 de setembro de 2011

Educopédia é opção para professores pesquisar conteúdos pedagógicos de apoio

A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e o Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, lançaram, em parceria, a Educopédia – uma plataforma de aulas digitais de cada disciplina, com material de suporte aos professores, planos de aula, jogos pedagógicos e vídeos, com o objetivo de tornar o ensino mais atraente e mobilizador para crianças e adolescentes, além de instrumentalizar o professor. Além disso, a Educopédia é mais uma alternativa para o reforço escolar e para os alunos que faltaram às aulas ou que não compreenderam o conteúdo ensinado.
O projeto, que conta com o apoio do Grupo de Informática Aplicada à Educação no Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ, fornece um vasto material educativo online para alunos e professores da rede pública de ensino da cidade, que podem consultar essas informações de qualquer computador e a qualquer hora, através do endereço eletrônico www.educopedia.com.br.
As atividades da Educopédia incluem planos de aula de todas as disciplinas, de acordo com as orientações curriculares da Secretaria Municipal da Educação. O programa oferece uma opção rápida e fácil para professores que desejam integrar tecnologias à suas aulas. As disciplinas estão divididas em 32 aulas digitais, que correspondem às semanas do ano letivo.
Para acessar a plataforma clique aqui.

Com informações da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro


Fonte:  http://www.blogeducacao.org.br/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 17 de setembro de 2011

Crianças em idade escolar devem dormir nove horas por noite


Estudo espanhol aponta que falta de sono e maus hábitos noturnos afetam o desempenho acadêmico

Um estudo espanhol divulgado nesta quarta-feira concluiu que crianças que vão para a cama tarde ou não possuem uma rotina noturna bem definida têm seu desempenho acadêmico afetado. De acordo com os pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) e da Universidade Rámon Llull, crianças entre seis e sete anos precisam dormir ao menos nove horas por noite.
“A maioria das crianças dorme menos que o recomendado para seu desenvolvimento escolar”, diz Ramón Cladellas, pesquisador da Faculdade de Psicologia da UAB. O estudo analisou 142 crianças de diferentes escolas, e nenhuma delas possuia qualquer distúrbio do sono. Os estudiosos pediram aos pais que respondessem a um questionário a respeito dos hábitos noturnos de seus filhos. Também foi avaliada uma série de conhecimentos acadêmicos.
De acordo com os pesquisadores, não basta apenas dormir nove horas por noite. É preciso estar atento aos hábitos dos pupilos. “Mesmo entre as crianças que dormiam quase oito horas por noite, seus hábitos noturnos nos mostram que 69% delas chegam em casa depois das 21 horas pelo menos três vezes na semana ou vão para a cama depois das 23 horas ao menos quatro noites na semana. Nesse cenário os pequenos que dormem entre 8 e 9 horas por noite têm um pior desempenho do que aquelas que dormem entre 9 e 11 horas”, diz o estudo.
A pesquisa espanhola salienta que menos horas de sono que o recomendado aliada a maus hábitos provocam efeitos negativos no aprendizado da língua, da gramática e da escrita – aspectos básicos para a compreensão de textos e de comunicação. “Esses conhecimentos são básicos. Se a criança tem problemas de desenvolvimento nessa área devido a falta de sono, isso terá repercussão em todas as outras áreas”, diz Cladellas.
A pesquisa foi publicada no periódico Cultura y Educación.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

14º salário para professores


Está tramitando no Senado Federal um projeto de lei que poderá estabelecer o pagamento anual de um 14º salário para os professores. Neste momento há uma enquete disponível questionando os cidadãos on-line se são a favor ou contra o pagamento de décimo quarto salário para os professores da rede pública (PLS 319/08). Além de votar na enquete há também a opção de deixar um comentário sobre esse projeto de lei que ainda será votado.

Ementa: Cria o décimo-quarto salário dos profissionais da educação da rede pública e dá outras providências.

Telefone do Senado Federal: 0800 612211

Além do 14° salário você já imaginou a possibilidade dos professores terem o mesmo reajuste salarial dos senadores? Há outro projeto de lei que propõe o mesmo reajuste salarial concedido aos senadores para o Piso Salarial Profissional Nacional para os professores da educação básica das escolas públicas brasileiras.
Caso fosse aprovado o reajuste de 61,78% do último aumento dos senadores, o piso salarial dos professores passaria de 1.024,00 para R$ 1.656,62, valor inferior ao valor pago aos parlamentares a cada mês que é de R$ 26.723,13.
Pelo exposto acima e caso concorde há um abaixo-assinado na internet em que você pode se tornar um signatário dessa proposta.



Fonte:http://blog.professoralex.com/2011/01/14-salario-para-professores.html


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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Fumo passivo prejudica desempenho escolar de crianças


Estudantes que vivem em casas com fumantes têm índices maiores de faltas

 Crianças que vivem em casas onde moram pessoas fumantes faltam mais às aulas do que os demais. Isso porque jovens expostos ao fumo passivo dentro de casa têm índices mais altos de doenças respiratórias. Os dados integram um levantamento nacional feito nos Estados Unidos pelo Hospital Geral de Massachusetts (MGH, sigla em inglês) e publicado do no periódico Pediatrics. O estudo concluiu que tais crianças se utilizam mais de hospitais e sos serviçoes de saúde do país - e, portanto, são mais caras à economia.
“Das crianças de seis a 11 anos que moram com fumantes, de um quarto a um terço das abstenções escolares delas se devem ao tabagismo domiciliar”, diz Douglas Levy, coordenador do estudo. “Em uma base nacional, esses ausências custam cerca de 227 milhões de dólares.”
De acordo com a pesquisa, um terço das crianças americanas vivem com ao menos um fumante, e mais da metade das que têm entre três e 11 anos têm níveis detectáveis de um marcador no sangue para a exposição ao tabaco. Já se sabia, por pesquisa anteriores, que o fumo passivo aumenta a incidência de infecções no ouvido e de diversas doenças respiratórias - a abstenção escolar é uma medida acessível de doenças sérias nas crianças.
Pesquisa – Os questionários sobre o fumo em casa e as doenças nas crianças foram respondidos por adultos que moravam com crianças entre seis e 11 anos. Entre as perguntas elencadas estavam: quantas pessoas fumam dentro de casa; quantos dias escolares a criança perdeu no ano anterior em função de doenças ou machucados; se a criança havia tratado três ou mais infecções no ouvido no ano anterior.
Das 3.087 crianças analisadas no estudo, mais de 14% moravam com ao menos uma pessoa que fumava dentro de casa – 8% moravam com um fumante e 6% com dois. Crianças que conviviam com um fumante tinham, em média, 1,06 dia a mais de abstenção na escola; aquelas que moravam com dois ou mais, 1,54 dia a mais, frente aquelas que não moram com fumantes.
Doenças associadas à exposição a fumaça do cigarro, incluindo infecção no ouvido, representam 24% das abstenções de crianças que moram com pessoas que fumam dentro de casa, e 34% das que moram com ao menos dois fumantes. O tabagismo dentro de casa não aumentou os índices de doenças gastrointestinais. Por não ter havido associação com diagnóstico de asma ou crises de asma, acredita-se que o estudo tenha envolvido um número pequeno de crianças com asma.
Custos - Os pesquisadores também calcularam os custos potenciais associados com a abstenção escolar, devido a doenças relacionadas à exposição à fumaça. Foram incluídos variáveis como os custos de perda de renda para os pais, os custos para os empregadores do trabalho perdido e a incapacidade dos cuidadores de não trabalham fora de casa para cuidar de tarefas domésticas habituais. "O impacto total nacional foi de 227 milhões de dólares para as famílias dos 2,6 milhões de crianças que vivem com fumantes e para os seus empregadores", diz Levy. "Uma vez que quase metade dos fumantes em nosso estudo tinha baixos rendimentos, o impacto pode ser mais forte sobre as famílias com menor renda."
Segundo Levy, o impacto sobre a saúde de quem convive com um fumante é provavelmente mais extenso do que mostra o estudo, uma vez que a pesquisa só avaliou três condições associadas à exposição ao fumo. “Mais pesquisas são necessárias para ajudar a entender a saúde a longo prazo, as consequências do desenvolvimento econômico e os problemas de se crescer em um lar onde as pessoas fumam.”


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

ONG lista cinco ações diárias para aumentar sucesso de filho


Uma ONG britânica sugeriu nesta semana uma lista de cinco ações diárias para ajudar os pais a incentivar o melhor desenvolvimento de seus filhos e com isso aumentar também a mobilidade social. A organização CentreForum, autora do estudo, sugere que as autoridades realizem campanhas públicas para divulgar os cinco passos, nos moldes de uma campanha de saúde pública do governo britânico, para estimular as pessoas a comer cinco porções de frutas, legumes ou verduras por dia.
Os "cinco por dia" dos pais, segundo a ONG, são: ler para seu filho por 15 min, brincar com ele no chão por 10 min, conversar por 20 min com a TV desligada, adotar atitudes positivas em relação ao seu filho e elogiá-lo com frequência, e dar ao seu filho uma dieta nutricional para ajudar seu desenvolvimento. O objetivo da campanha, segundo a organização, seria evitar que maus hábitos dos pais prejudiquem o desenvolvimento físico e mental dos filhos e suas chances de sucesso profissional futuro.

Vocabulário
 
Segundo o relatório, que deve ser analisado pelo governo, a qualidade da criação e as influências educacionais nos primeiros meses e anos de vida da criança tem uma grande influência no sucesso educacional e profissional futuro. "As evidências sugerem que o vocabulário da criança aos cinco anos é o melhor indicador único da mobilidade social posterior para crianças de famílias de mais baixa renda", comenta o documento.
O relatório observa que uma grande proporção de menores infratores tem baixa capacidade de leitura e escrita. A organização cita ainda pesquisas segundo as quais as crianças de famílias de mais baixa renda têm um vocabulário menor, índices de alfabetização mais baixos e dietas mais deficientes que as crianças de famílias mais abastadas.
"Uma nutrição apropriada é crucial durante os primeiros meses e anos de vida, quando o crescimento corporal e o desenvolvimento cerebral são mais rápidos do que em qualquer outro período", observa o relatório.

Elogios e críticas
 
A proposta da CentreForum foi elogiada pela secretária nacional para a Infância, Sarah Teather, que prometeu que o governo vai analisá-la. O deputado opositor Graham Allen, que recentemente publicou um relatório sobre infância encomendado pelo governo britânico, também elogiou o relatório da ONG e disse que uma campanha nacional poderia quebrar o ciclo vicioso das más práticas de criação pelos pais.
"É um ciclo entre gerações, que repete as más práticas de criação. Em uma região como a que eu represento, que tem um dos mais altos níveis de gravidez adolescente na Europa e um dos menores números de pessoas chegando à universidade, quebrar esse ciclo para dar a cada criança a chance de atingir seu potencial é realmente importante, particularmente para crianças de famílias de baixa renda", disse ele à BBC.
Apesar disso, as propostas também foram alvo de críticas por grupos que afirmam que sua aprovação significaria o aumento do já alto controle do Estado sobre as ações dos indivíduos, no que chamam de "Estado-babá".

Os "cinco por dia" para os pais:
- leia para seu filho por 15 minutos
- brinque com ele no chão por 10 minutos
- converse com seu filho por 20 minutos com a TV desligada
- adote atitudes positivas em relação ao seu filho e o elogie com frequência
- dê ao seu filho uma dieta que ajude seu desenvolvimento

 
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sábado, 27 de agosto de 2011

Corrupção não é o maior desperdício

Um estudo realizado por neurocientistas de diversas partes do mundo, reunidos pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, mostrou que a inteligência é menos hereditária do que se imaginava. Apenas metade seria genética, o restante viria do meio ambiente, como as condições econômicas e sociais, além do ambiente familiar (o detalhamento dessa pesquisa está no www.catracalivre.com.br). Isso significaria, portanto, que nascer pobre em um lugar sem estímulos diminuiu o chance de ter um QI mais alto.
Ou seja, o QI seria, digamos, um músculo que precisa ser exercitado por vários estímulos. Um gênio em potencial que nasce num ambiente muito vulnerável desenvolveria metade do seu potencial, tendo apenas uma inteligência acima da média.
Some-se a isso, claro, que alguém inteligente, mas sem chances de uma boa educação, tem enormes obstáculos de desenvolver talentos.
Falamos tanto do desperdício na corrupção. São tantas as notícias de desvios, numa interminável novela, que parece que a roubalheira é nosso maior desperdício.
O maior desperdício é a perda diária de talentos, graças à miséria.
Se as pessoas tivessem clara essa noção, a pressão por mais e melhores políticas sociais seria bem maior. 

Fonte:  http://folha.com Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

História do dia dos pais


Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai. Mas a instituição de uma data para comemorar esse dia todos os anos é bem mais recente...

Em 1909, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington.

Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai.
O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.

O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro, foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas, como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.
Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Muitos países têm datas especiais para homenagear os pais. A Inglaterra e a Argentina também comemoram a data no terceiro domingo de junho. Na Itália e em Portugal, a homenagem acontece no Dia de São José, 19 de março. Na Austrália, é no segundo domingo de setembro. E na Rússia, no dia 23 de fevereiro.
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